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Luciano Dias
Porto Alegre (RS)
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Advogado
ADVOGADO ESPECIALISTA EM DIREITO PÚBLICO E DIREITO PENAL E PENAL EMPRESARIAL. ATUAÇÃO EM CAUSAS FISCAIS E TRIBUTÁRIAS. ADVOCACIA DE APOIO E CORRESPONDENTE. TEL: 51 3211 0067 51 84224681-PORTO ALEGRE/RS
Publicações
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Luciano Dias
Artigo ·
há 12 anos
Prender ou Soltar?
Cada vez que temos contato com os noticiários deparamo-nos com uma triste realidade! Impunidade. Por mais informados que sejamos, muitas vezes não conseguimos entender por que motivo um político que...
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Luciano Dias
Comentário ·
há 11 anos
Juiz do Distrito Federal quer que advogados fiquem de pé para ele
Lucas Bezerra Vieira
·
há 11 anos
As regras de Urbanidade reclamam atenção especial do anfitrião em receber os convidados em sua Residência, Escritório e, porque não, na sala de Audiências. Por isso, acredito, que os Magistrados deveriam receber as Partes em pé. Se levarmos ao pé da letra, os funcionários públicos de todo o Pais são pagos, bem ou mal, para atender o Patrão (cidadão/contribuinte) sendo deles a obrigação legal de receber bem. Duvido muito que, na iniciativa Privada, quando recebemos a visita de um Patrão, não os recebamos de pé, com todas as formalidades socias impostas/aceitas.
Temos que deixar bem claro que hoje, aparentemente no Brasil, vivemos em "Democracia", mesmo que ela seja apenas Constitucional. A par disso, muitos, em vários postos do Serviço Público acreditam que continuamos no Imperialismo.
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Luciano Dias
Comentário ·
há 11 anos
"Tá com dó de bandido? Leva pra casa!" - A Sina do Advogado Criminal
Camila A. Sardinha Rodstein
·
há 11 anos
Cara Colega!
Compactuo com Vossas Considerações e acrescento, pois as vezes isso passa desapercebido, que muitos dos acusados são, efetivamente INOCENTES. Não fossem os Advogados Criminalistas que se esmeram em seu mister as iniquidades seriam ainda em maior dimensão. Mais que isso, fazer o máximo para cumprimento das Leis é, antes de tudo, fazer o máximo pela defesa da Sociedade como um todo pois sempre que fazemos valer o cumprimento da Lei para um acusado, ao fim e ao cabo, estamos defendendo todos aqueles que como nós também pretendem uma sociedade mais segura. Tenho certeza que a violência que nos assola a todos também vem do Estado, do Estado Juiz, do Estado Promotor de Justiça que em muitos casos deixa de ser o fiscal da Lei a avoca-se na condição de carrasco afastando-se de seu dever funcional de defender, antes de tudo, nossa tão atacada
Constituição
.
Sempre falo para nossos clientes e amigos que, como os leigos, nos fazem a mesma pergunta sobre defender bandido, que ninguém pode dizer que não cometerá um Homicidio pois em algumas circunstancias todos nós estariamos dispostos a isso...E neste caso, o advogado Criminalista estaria defendendo Bandido, quando este for, continuando o exemplo, um trabalhador que reage de forma fatal a uma agressão injusta, ou pelo menos injustificável? Pelo que se vê, e nisso a Colega pode me auxiliar, é que quando acontece com alguem próximo alguma fatalidade criminal o Advogado "que defende bandido" passa ser o anjo para o qual todos acabam pedindo ajuda.
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Luciano Dias
Comentário ·
há 12 anos
Juiz diz que faz 'trabalho escravo' e quer receber por acúmulo de função
DellaCella Souza Advogados
·
há 12 anos
Ninguem, absolutamente ninguém, pode trabalhar mais do que a jornada determinada em Lei, por questão de saúde e de normatização de sua vida profissional e pessoal.
Não acredito que um Magistrado execute um trabalho escravo, de forma alguma, até porque considerar-se escravo de uma função onde se trabalha no ar - condicionado, com auxiliares e assessores, cafezinho, etc. é usar muito a imaginação.
Agora, se o Magistrado, como qualquer outro funcionário Público tem uma carga horária a cumprir e a perfaz de maneira exemplar, certamente tem direito sim a compensação.
Sou da opinião de que devem ser colocados, também aos Magistrado, um registro de horário em todos os Foros e Tribunais do país a fim de que se controle, porque nao?, o horário de trabalho dos Magistrado e, a partir disso, se retribua com majoração de salários, as horas extras prestadas.
Nada Mais Justo.
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